PERSONAGEM DO MÊS – DCMEC

PERSONAGEM DO MÊS – DCMEC

Nei Marques Coutinho
Uma história de vida no Colégio Santa Mônica

Imagine permanecer 22 anos no mesmo emprego com a mesma vontade,
a mesma dedicação e o mesmo amor? Difícil né?!
Não para o Prof. Nei Marques, Coordenador do Programa Esportivo e Cultural
do Colégio Santa Mônica.
Funcionário do Colégio desde 1991, Nei começou sua trajetória na instituição
como Professor de Natação, na Unidade Cachambi. Depois,
liderou as equipes de voleibol, iniciou a coordenação do PEC
na Unidade Bonsucesso e São Gonçalo, coordenou o PEC na Taquara,
para onde retornou este ano, depois de 8 anos à frente da Coordenação de Bonsucesso.
Segundo o Professor Nei, começar a Coordenação do PEC Bonsucesso do zero
foi um dos momentos mais marcantes da sua carreira no Colégio,
pois mesmo que os alunos praticassem atividades extraclasse,
nas Unidades Taquara e São Gonçalo,
a coordenação determinava uma nova estrutura para se seguir
e representava o crescimento do programa na unidade.
Atualmente, além de coordenar o PEC da Taquara,
o Professor Nei também ministra aulas de Educação Física curricular.
Quando perguntado qual atividade lhe desperta mais prazer,
dar aulas ou coordenar o PEC, ele respondeu:
– É difícil, se eu tivesse que escolher, talvez fosse dar aulas,
mas a coordenação faz parte do meu dia a dia, já é um costume,
eu não me vejo sem ser coordenador. Gosto de vir, organizar,
resolver problemas, só dar aulas parece ser pouco.
Sobre dar aulas, Nei ainda conta que sempre busca trazer novidades:
– Estou sempre tentando inovar, crio jogos junto com os alunos,
atividades diferentes, os estagiários que vêm de fora ficam animados,
pedem até para que eu escreva um livro, e os professores incluem os jogos que crio em suas aulas.
Aos 49 anos, ele conta que costuma encontrar muitos ex-alunos,
e que a primeira coisa que eles perguntam é “Você não envelhece?”.
Apesar de não transparecer fisicamente, Nei diz que já está desacelerando,
que o sucesso que ele alcançou na carreira é onde ele gostaria mesmo de estar.
– Quando olho para trás, vejo a difícil época da faculdade,
tive de sair da Universidade Castelo Branco para a
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro,
pois meu pai faleceu e eu não podia mais pagar a faculdade,
e olho pra minha situação hoje, sinto que, no meu ponto de vista,
já alcancei o meu sucesso, e à frente, agora, só a aposentadoria. – conta, emocionado.

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